sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Fibra de Carbono, pra que serve?




A Zero promete ter o menor índice de quebras de shape entre as marcas concorrentes, tudo isso devido à fibra de carbono, e diversas marcas estão aderindo a esse material.
Os fabricantes afirmam que a fibra de carbono distribui o impacto das pancadas nos tradicionais pontos de quebra do shape corrigindo até eventualmente disse "eventualmente" uma manobra mal executada.



Shape importado da marca Zero. Feito de madeira de pinho canadense (maple): mais leve, resistente e com mais 'pop' do que as demais madeiras usadas na fabricação dos shapes.

Pro 2 (ou P2) é a tecnologia usada em decks de skate onde uma fina camada oval de fibra de carbono é aplicada sob a sétima e última folha de maple. Este "reforço" busca dispersar a pressão principalmente na área dos trucks e tornar o deck mais durável. Mais leve (por ter as folhas de maple mais finas) e mais resistente do que os outros decks, os Zero P2 decks são a última tecnologia em skateboard que a Zero agora oferece a vocês. 


 
A Marca:

Após sua saída da Toy Machine, Jamie Thomas funda em1996 a Zero Skateboards. A marca que traz como característica caveiras, corte super slims nas peças e a cor preta que predomina por toda a linha de apparel marcam fortemente a essência da marca.

A equipe que possuí nomes de peso como Chris Cole, Tommy Sandoval, Tony Carvantes, James Brockman, John Rattray entre outros, marcam presença desde jogos de video game como Tony Hawk's Underground até verdadeiros campeonatos e desafios de skate como os disputadíssimos Thrasher King of the Road.
A frente também das marcas Mystery, $lave e Fallen que vieram após a Zero, Jamie Thomas também é o responsável pela distribuição de suas marcas e possui sua própria distribuídora, a BlackBox Dist.

Zero Team: Chris Cole, Tommy Sandoval, Jamie Thomas, Elisaa Steamer, Tony Cervantes, Garrett Hill, Tom Asta, Dane Burman, James Brockman, Sheldon Meleshinski, Keegan Sauder, Ben Gilley, John Rattray e Donovon Pisco.

Videos: Zero Thrill of it All (1997), Zero Misled Youth (1999), Zero Dying to Live (2002), Zero New Blood (2005), Reason to Believe (2005),Zero Promo Video (2007), Fallen: Ride The Sky (2008), Zero Strange World (2009)

Coleção nova

Já chegaram na Na Base Skateshop as novas coleções das marcas ZERO e ADIO, estão imperdiveis, da uma olhadonha no que separamos pra vocês, curtiram?



Estampas da nova coleção

Novos models de shapes

Shapes com fibra de carbono

Jogos de rodas.

Passem na loja e confira mais.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

AASKT & Cine Paraíso



Ontem dia 21/02 abrindo o calendário de eventos da AASKT (Associação Amapaense de Skate) que em parceria com o Cine Paraíso teve uma sessão “BEM” skateboard contando com a exibição de produções de vídeos locais, como o vídeo Skate Equador que retrata o skate dos anos 90 na capital, o vídeo promo do skatista Rodrigo Lattyno, o vídeo da segunda edição do Street da Velharia,  e o tão aguardado Dirty Money.

A sessão foi recorde de publico, uma noite super agradável onde foi possível reencontrar amigos, rememorar fatos e curiosidades da galera que viveu o skate nos anos 90, onde famílias, amigos, grupos  estavam presentes e almejando que a nova geração do skate dê a mesma ou até mais importância a este movimento do que eles dão. 


Dirty Money o filme retrata uma geração que revolucionou a cultura de rua no Brasil através do skateboarding. No começo dos anos 90 a cena do skate estava falida após um plano econômico do governo que quebrou a industria.
Motivados pelo amor ao skate e uma atitude “faça você mesmo” alguns amigos, adolescentes na época, se juntaram e lançaram um skate vídeo caseiro que iria mudar as suas vidas pra sempre. A fita se chamava Dirty Money.
O vídeo foi sucesso instantâneo, rodou o pais, e inspirou milhares que compartilhavam o mesmo sonho, se tornando a pedra fundamental para a reconstrução do skate como esporte e estilo de vida no Brasil.
  
Realmente o documentário nos fez repensar o papel de cada um, na evolução do skate como um esporte, profissionalização, profissão e estilo de vida! Érr meus caros, se temos tudo o que temos hoje com o skate, nós (que não fazemos parte da geração 90’) temos muito o que agradecer à esses caras. 

Salve!
 Texto: Polly Stockman